As paredes gélidas não são mais do que elas mesmas...Realidade Claustrofóbica.
Nesta planície neurótica digo antes de mais...Decido atribuir um adjectivo cruel ao futuro que me está tão presente...O Futuro é cruel!
Cruel?! ... Sim(vem devagarinho embrulhado gentilmente em esperança)!
...A inexpressividade resultado da complexidade do ser humano, imundice tão bela, ou a sua expressividade falsa...
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.Pousou levemente os pés cansados.Na areia, os pés destruídos.
Persegui o fresco líquido puro (ou não tanto) que cada bocadinho de areia guarda quando banhada pelo forte mar.
Mas sentiu a areia Grossa, Quente, Ardente.
Aproximou-se da água, chamou o mar para junto de si.Mas este cruelmente foge e esconde-se, escorrendo, deslizando, nas cavidades entre os grossos, negros grãos de areia pouco luminosos para a realidade, deixando atrás de si apenas leve espuma branca que se aglomerou em volta dos pés, raízes envelhecidas na praia, como o pequeno rebanho branco em volta do pastor que nunca vi.
Caiu para trás num gesto brusco que nunca pareçera tão suave, foi mesmo um gesto parado, talvez; tão dançado que se levanta a areia ãgora dourada para engolir o pequenito corpo neuroqueimado...
Morreu na praia,
Levou-o o Mar,
Tornou-se areia,
Parou o infinito Pensar....
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what I have in my heart i'll take to my grave.
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